Método secreto ensina pessoas endividadas a exterminarem suas dívidas pra sempre (em até 90 dias)

Redação Redesul :)

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Quem é que não tem pelo menos uma conta pra pagar no início do mês?

Pode ser conta grande, como o boleto do financiamento e a fatura do cartão, ou uma ficha na padaria e na fruteira da esquina. Geralmente, é tudo isso junto.

Não importa se o salário é modesto ou se a receita é abundante, quem faz circular algum tipo de renda, dificilmente vai pagar tudo o que consome à vista, e isso não é ruim. O problema é quando não se tem nenhum controle sobre as saídas do orçamento.

Sem ter qualquer registro, suas finanças ficam desorganizadas o que fatalmente gera endividamento.

E não se engane, anotar tudo “de cabeça” é uma péssima ideia e nunca funciona.

Muita gente ainda não conhece, mas existe um verdadeiro tratado chamado Como quitar suas dívidas, produzido pelo PHD em educação financeira e criador da metodologia DSOP (Diagnosticar, Sonhar, Orçar e Poupar), Reinaldo Domingos.

Ele ensina exatamente como exterminar as dívidas do orçamento de uma vez por todas em, no máximo, 90 dias.

Isso porque, além de ensinar práticas pra reverter uma situação de endividamento, ele estimula uma severa mudança nos nossos hábitos de consumo e na nossa forma de enxergar o dinheiro.

É esse estudo que vamos resumir neste artigo, pra que você consiga arrancar esse mal do endividamento pela raiz.

Reconhecendo o problema

Justamente pela regularidade com que pagamos as contas, esse comportamento tem forte tendência de entrar no piloto automático, o que pode gerar uma falsa impressão de segurança, mesmo com centenas de contas desabando sobre a cabeça (ainda que não estejam atrasadas).

Reconhecer que o problema existe é o primeiro passo pra sair de uma espiral de endividamento. Para isso, você precisa entender que existem dívidas de valor e dívidas sem valor.

No primeiro caso, encaixam-se aquelas contas importantes, como a parcela da casa própria e a mensalidade da faculdade. Como essas contas geralmente são controladas e priorizadas no planejamento financeiro, dificilmente elas serão as vilãs do seu orçamento.

Já as dívidas sem valor são aquelas despesas pequenas que se acumulam no orçamento sem que a gente perceba. Geralmente são compras por impulso ou gastos com bobagens no dia a dia. Pode não parecer, mas é exatamente isso que está corroendo o seu orçamento.

Segundo Domingos, o alerta vermelho do descontrole financeiro também é acionado quando:

  • Você paga apenas a fatura mínima do cartão de crédito;
  • Você usar o limite do cheque especial;
  • Você assume muitas parcelas sem prever no orçamento.

E tudo isso, muitas vezes, para comprar produtos que não agregam qualidade de vida; são supérfluos.

Pra sair desse círculo vicioso de endividamento, a solução é traçar um rigoroso plano de ação.

Pra isso, é preciso fazer um “raio x” do seu orçamento.

Diagnosticando a situação financeira

Sair das dívidas exige comprometimento e um conhecimento detalhado sobre elas.

Pra isso, nunca sem baseie em achismos e anote absolutamente tudo o que você deve: desde as contas vencidas até as que ainda não venceram, lembrando que dívida é tudo aquilo que você comprou e assumiu o compromisso de pagar.

A metodologia DSOP ensina como fazer esse “raio x”.

Mas pra iniciar esse diagnóstico, você deve baixar o Apontamento de Despesas. Nessa ferramenta, você vai registrar todos os seus gastos e despesas separadamente.

Mas atenção: esse apontamento é utilizado pra mapear a sua situação financeira, portanto, você deve usá-lo apenas num período específico:

Durante 30 dias pra quem tem renda fixa e por até 90 dias pra quem tem renda variável, como empresários, profissionais autônomos, freelances, comissionados, entre outros.

Após você fazer esse diagnóstico e entender para onde os seus recursos estão indo e aonde existe gasto supérfluo, é hora de adotar um plano de ação:

Você deve anotar todas as dívidas em uma lista selecionando as dívidas de maior prioridade no topo da lista:

  • Dívidas essenciais como: água, energia elétrica, gás e aluguel, se for o caso;
  • Dívidas que tenham bens como garantia: a casa própria, carro, etc.;
  • Dívidas com as maiores taxas de juros.

Fazendo isso, é possível conhecer o valor total devido.

O próximo passo é anotar ao lado de cada dívida um valor que você consiga pagar por mês para saldá-las.

Depois disso, registre também uma previsão de quanto tempo vai demorar para quitar cada uma das dívidas que você apontou.

A orientação é calcular as taxas de juros e se preparar pra negociar com os credores. Nessa hora, o diagnóstico é muito importante, pois não adianta assumir um acordo que não seja vantajoso ou que seja impagável.

Após terminar o seu diagnóstico (depois de 30 ou 90 dias), é preciso seguir firme nessa jornada de extermínio das dívidas, seguindo para a próxima etapa.

Fazendo um novo orçamento mensal

Esse é o momento de iniciar um orçamento mensal, caso ele ainda não exista.

Se você está endividado, o orçamento deve ser revisto e acompanhado de perto, pois se você manter o mesmo padrão de vida, gastando o mesmo valor que vinha gastando, não vai conseguir separar uma parte da sua renda pra negociar a quitação com os credores.

O Orçamento Financeiro é uma excelente ferramenta da metodologia DSOP, que vai te ajudar a enxergar o que é importante pra você. Nesse orçamento, você deve priorizar os seus sonhos antes de pagar qualquer conta, contrair novas dívidas ou mesmo fazer investimentos.

A maioria da população faz o contrário e, no orçamento tradicional, costuma receber o salário e pagar as contas para só então realizar algum desejo, quando (e se) sobrar dinheiro.

Você também está fazendo isso? Pois saiba que você está sabotando seus objetivos, sendo um mero pagador de contas.

Mas, calma. Se você tiver um sonho (ou dois, ou três…) bem definido, não vão sobrar brechas pra gastos desnecessários que não agregam em nada na sua vida pessoal ou profissional.

Se você está numa situação de endividamento, seu sonho prioritário deve ser pagar essas dívidas, certo? Partindo disso, você deve reter parte dos seus rendimentos pra sanar essa situação que só traz dor de cabeça.

No começo, é certo que isso vai ser doloroso, mas com o passar dos meses, à medida que a renda vai acumulando e as dívidas indo embora, você vai ver que o método realmente funciona e que pequenas renúncias valem a pena.

O segredo é apertar o cinto e se comprometer em sair dessa enrascada.

Usando o sistema financeiro a seu favor

O diagnóstico financeiro é um mapa estratégico para seguir e adotar as medidas que forem necessárias pra quitar cada uma das suas dívidas.

Isso evita que você saia pagando contas aleatoriamente, sem qualquer cálculo, negociação ou prioridade.

Se houver dívidas com instituições bancárias ou financeiras, é importante conversar com o gerente pra estabelecer acordos e fugir do círculo de pagamento de juros.

Se já estiver com o nome no SPC e SERASA, fazendo um acordo, essa situação também pode ser resolvida.

Mas atenção: apenas aceite um acordo cujo valor seja justo e que você tenha certeza de que vai conseguir pagar as parcelas.

Se não tiver certeza, o ideal é continuar acumulando parte dos rendimentos e tentar uma melhor negociação no futuro.

Fique atento ao que chamam de portabilidade de crédito, pois cada banco tem suas próprias políticas de crédito e juros e não são raras as vezes que uma operação idêntica é mais barata em outro banco.

É interessante pesquisar pra não perder uma negociação mais vantajosa em outra instituição.

Se for necessário, transfira sua dívida sem nenhum constrangimento. Esse é um direito seu e pode ser utilizado quantas vezes forem necessárias.

Mudando a relação com as dívidas e com o dinheiro pra sempre

Outra lição que a obra Como quitar suas dívidas ensina, é sobre a relação com o endividamento e com as finanças, que de forma alguma deve se assemelhar aos regimes tradicionais pra emagrecer, por exemplo.

Ou seja, não foque no seu objetivo apenas durante um período específico, até perder peso, pra depois voltar a comer errado e engordar novamente.

Fazer isso com o orçamento é extremamente prejudicial. A ideia, então, é adquirir novos hábitos e promover uma reeducação no consumo pra não cair na impulsividade e voltar a se endividar.

Portanto, quando sair da condição de endividamento, é importante refletir sobre as armadilhas que o fizeram entrar nessa situação e aprender a não cair nelas outra vez.

Mas que armadilhas são essas?

Uma das ciladas que as pessoas mais costumam cair é a facilidade de crédito.

Propagandas com ofertas irresistíveis de produtos e serviços que podem ser parcelados a perder de vista, “sem juros”, no cartão ou no boleto, são muito comuns e também muito perigosas.

Não seja ingênuo em acreditar que não vão te cobrar juros nessas situações.

Pra esses casos, as taxas costumam estar embutidas no valor final do produto. Pra não cair nessa armadilha, sempre se questione: qual é o preço à vista?

A maioria das lojas físicas e online oferecem um preço diferenciado pra quem compra à vista, então priorize essa condição, sempre pedindo desconto.

Com o dinheiro em mãos, o poder de negociação é seu e, se o fornecedor não oferecer um bom abatimento, você não só pode como deve procurar outro lugar.

Sabendo usar o cartão de crédito

Ao contrário do que a maioria pensa, o verdadeiro vilão do endividamento não é o cartão de crédito em si, mas sim a forma como esse instrumento é utilizado.

O caos se instala quando o consumidor compra sem pensar, por impulso, parcelando tudo sem olhar para o seu orçamento mensal, pagando todos os meses apenas o mínimo da fatura do cartão.

Ele entra em uma “ciranda de juros”, com custo médio anual de 400%, o que fatalmente o leva a um passo da falência total.

Se você é daquelas pessoas que não consegue ter controle sobre o cartão de crédito, estabeleça um limite pra usar, no máximo, 30% da sua renda com essa ferramenta.

Com uma renda líquida de R$ 1.800 por mês, por exemplo, o limite do cartão não deve ultrapassar R$ 540.

Outra questão importante é sobre a quantidade de cartões de crédito. Sobre isso, a orientação é bem clara: dois cartões, apenas se tiver duas entradas de dinheiro por mês no orçamento.

Caso contrário, mantenha apenas um cartão com o limite recomendado.

Fugindo da armadilha do cheque especial

O “cheque especial” é, de longe, a maior armadilha criada pelo sistema financeiro. O próprio nome já engana ao tratar como “especial” um crédito que não é vantajoso pra ninguém.

Cheque especial, resumidamente, é o limite da conta corrente que o banco oferece como um “benefício”.

A realidade é que esse recurso se transforma rapidamente em uma armadilha muito difícil de se livrar.

Isso acontece quando você incorpora esse valor de limite como sendo seu dinheiro, quando, na verdade, esse montante pertence ao banco, que cobra muito caro para emprestá-lo a você sem qualquer garantia.

Os juros desse empréstimo fácil, além de serem absurdamente altos, não cumprem qualquer padronização em contrato.

Isso significa que cada banco opera conforme suas politicas de crédito. Em suma, há bancos que cobram mais de 330% ao ano.

Quando você perceber que pode estar caindo nessa armadilha, retire esse limite imediatamente da sua conta corrente.

Depois de fazer isso, é provável que você tenha que dar umas “pedaladas” no seu orçamento pra cortar ou adiar gastos, ou mesmo pensar em soluções de crédito mais baratas.

O importante é adaptar seu orçamento ao seu padrão de vida real.

Caso você já esteja endividado com o cheque especial, o melhor é procurar o gerente e negociar uma linha de crédito mais barata o quanto antes.

Entre as opções, você escolher um empréstimo consignado ou pessoal, pois esses juros são bastante inferiores às taxas do cheque especial, que são as maiores do mercado.

O consumismo

Se você não ficar atento, o bombardeio de informações, publicidade e ofertas constantes, vão te levar a consumir tudo o que é oferecido. Mas como bem lembra Reinaldo Domingos: quem muito compra, muito deve.

Mais do que uma questão financeira, o consumo desenfreado é um problema comportamental que pode inclusive trazer problemas na ordem psicológica. Isso acontece quando a gente consome “coisas” com frequência com o único objetivo de obter pequenas doses de satisfação.

Se você está fazendo isso, então precisa saber que esse comportamento faz com que seus sonhos – como por exemplo, ter a casa própria – fiquem pelo caminho.

Como esse consumismo insano sabota o orçamento, muita gente acaba acreditando que é extremamente difícil alcançar grandes objetivos; mera ilusão causada pelo consumo exacerbado de itens supérfluos.

 Percebe como a sua mente pode te sabotar? Por isso, é tão importante entender nosso comportamento na hora de consumir.

“Eu trabalho muito, então mereço esse sapato novo, essa blusa nova e esse celular mais moderno”. Quem nunca ouviu ou até disse coisas do tipo? Não é errado buscar satisfação na hora de comprar bens de consumo, o problema é a forma como essas compras são efetuadas, muitas vezes por mero impulso.

Mais do que isso, a compulsão pelo consumo pode resultar em sérios problemas.

Para fugir dessa situação, antes de realizar qualquer compra, procure responder com honestidade as seguintes perguntas:

  • Eu realmente preciso desse produto agora?
  • Que benefício ele vai trazer pra a minha vida?
  • Se eu não comprar isso hoje, o que vai acontecer?
  • Estou comprando por uma necessidade real ou movido por sentimentos, como carência ou baixa autoestima?
  • Estou comprando por mim ou influenciado por outra pessoa; ou ainda para impressionar alguém?
  • Eu já queria esse produto há tempo ou ao ver a propaganda tentadora, resolvi que não podia perder a chance de comprar?

 Antes de concluir uma compra, considere ainda essas outras questões:

  • Quanto dinheiro eu tenho de fato para gastar esse mês?
  • Tenho o suficiente para comprar à vista?
  • Vou ter que comprar a prazo e pagar juros?
  • Se comprar a prazo, terei com certeza o valor para honrar com as prestações sem atrasar os pagamentos?
  • Preciso do modelo mais sofisticado, da marca mais cara? Ou um modelo similar de marca menos famosa atenderia a minha necessidade?

Hora de agir

Depois de fazer essa reflexão, tente readequar suas compras estudando o melhor custo/ benéfico e fazendo o possível para pagar à vista, evitando assim comprometer seus rendimentos futuros.

Seguindo essas orientações, é possível manter os pés no chão e a cabeça no lugar, ficando atento para que o ato de consumir seja algo pensado e planejado, e não uma atitude tomada por impulso.

Conquistar essa independência financeira, sem deixar nenhum sonho pra trás, pode ser bem mais fácil se você assistir esse conteúdo no nosso canal do YouTube, é só clicar: Diagnosticar, sonhar, orçar e poupar: a fórmula do sucesso financeiro.

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