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Educação Financeira para crianças: porque é importante começar cedo

Redação Redesul :)

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O melhor da Redesul com estratégias para prosperar e aumentar seus investimentos.

Recentemente, o SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) divulgou uma pesquisa revelando que a indisciplina é o maior desafio dos brasileiros para controlar os gastos. Foram 69% dos entrevistados que admitiram ter dificuldade em equilibrar receitas, despesas e investimentos.

Segundo os maiores economistas e especialistas em finanças do Brasil, isto acontece principalmente porque a população brasileira não é educada financeiramente.

Além disso,  o brasileiro não é incentivado desde a infância a manipular o dinheiro, o que rebaixa o país a 27ª posição em se tratando de Educação Financeira. Isso, num ranking de 30 países pesquisados pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Muitos especialistas acreditam que a Educação Financeira para crianças seja um dos caminhos para reverter esse quadro. Neste conteúdo, você encontra 5 orientações valiosas para introduzir os filhos no universo financeiro.

Mas, dinheiro não é só para adultos?

Segundo o consultor financeiro, Gustavo Cerbasi, não! Dinheiro não é coisa só de gente grande. Para ele, afastar as crianças desse universo por acreditar que este não é um assunto para elas é um grande equívoco e um tabu que precisa ser evitado: “Essa é a pior educação possível que você pode dar para os pequenos”, nas palavras dele.

“Essa é a pior educação possível que você pode dar para os pequenos”. Gustavo Cerbasi

Mas quando quando começar, então?

Não há um consenso sobre a idade ideal para que as crianças comecem a aprender sobre Educação Financeira. No entanto, muitos especialistas defendem que o assunto deve entrar no currículo escolar já a partir da Educação Infantil.

Para estes, é desde a primeira infância que os filhos podem aprender naturalmente, sendo estimulados através de brincadeiras e da convivência com a família. Aos poucos, e de acordo com cada idade, a criança adquire noções que serão a base para que ela tenha no futuro uma vida financeira sólida e organizada.

A ideia não é fazer com que as crianças queiram ser ricas, e sim estimular uma relação saudável com o dinheiro, na contramão do que vem acontecendo hoje no Brasil.

Confira agora as 5 orientações para você usar com os pequenos:

1 – Não compre tudo o que eles pedem

É possível ensinar noções de Educação Financeira para as crianças já a partir dos presentes. Pais que costumam comprar tudo o que os filhos pedem, fazem com que eles acreditem que podem ganhar um novo presente a qualquer momento. Isso cria uma ideia distorcida da realidade.

A orientação aqui é a seguinte: dê presentes somente em datas festivas e durante viagens em família. Quando maiores, os gastos extras devem ser descontados de mesadas; conheça 8 tipos clicando aqui.

2 – Lista de supermercado

Em vez de deixar a criança em casa, por que não levá-la às compras? A gente sabe que elas querem tudo o que veem pela frente, mas esta é uma excelente oportunidade para ensiná-las a fazerem escolhas e elegerem prioridades, você não acha?

Convide a criança para fazer uma lista e explique o que é necessidade e o que é desejo. Na hora das compras, se ela se empolgar com algum item fora da lista, explique que ela terá que escolher e retirar outro do carrinho. Incentive a criança a fazer escolhas conscientes!

3 – Mesada ou semanada

Aproximadamente aos 5 anos, a criança já começa a ter noções de valores e números na escola. Logo, este é um bom momento para deixá-la manipular notas e moedas. A ideia é que ela comece a entender a lógica da troca.

Dê a ela um cofrinho e toda a semana algum valor pra que ela escolha onde gastar. No começo, é comum que ela se atrapalhe e gaste tudo de uma vez. Se isso acontecer, é importante que ela sinta as consequências da sua escolha. Por isso, não caia na tentação de dar mais dinheiro.

A partir dos 6 anos, vale introduzir uma mesada para que ela aprenda a administrar. Vale também comprar jogos educativos pra ir treinando as transações.

4- Esteja presente

Embora pareça que não tenha relação com o assunto, estar presente na vida da criança é sempre citado como essencial pra estimular a Educação Financeira. Veja como faz sentido: existe uma tendência de pais, cuja rotina é corrida, de tentarem compensar a ausência com presentes.

Sendo assim, por mais que sua agenda esteja cheia, arrume sempre uma brecha para aproveitar o tempo com seus filhos. Mais do que isso, faça esse tempo valer a pena! Lembre-se que o mais importante é a qualidade do tempo.

Crianças que se sentem amadas não necessitam de compensações materiais para se sentirem felizes. Portanto, sua presença é essencial para que seu filho compreenda para que serve o dinheiro.

5 – Dê o exemplo

Complementando o item acima, de nada adianta estar presente e ter um ótimo discurso sobre poupar e fazer boas escolhas, se você não consegue controlar os próprios gastos.

Pra ter controle sobre suas finanças, você deve começar anotando cada centavo do seu orçamento. Seja na agenda, no caderninho, numa planilha, ou num aplicativo: você precisa saber exatamente quanto ganha e quanto gasta! A partir daí, fica mais fácil eleger prioridades para cortar excessos e conseguir investir.

Fazendo isso, você consegue criar um ambiente financeiro mais seguro para seu filho. Ele vai crescer se espelhando em você e aprendendo exatamente como organizar as finanças. Para saber mais sobre como se organizar pra conseguir investir num sonho, acesse nosso conteúdo, clicando aqui.

Nós também disponibilizamos uma Planilha de Controle de Gastos para você baixar gratuitamente e usar no seu dia a dia.

Com essas orientações, é possível começar agora mesmo a ensinar nossas crianças. Quem sabe, em alguns anos conseguiremos mudar a posição do Brasil no ranking de Educação Financeira.

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